Depois de desacelerar seus hábitos de empréstimo em março e abril, os consumidores voltaram a acelerar em maio, segundo dados do Federal Reserve.
O total de crédito pendente aumentou em $11,3 bilhões em maio, a uma taxa anual de 2,7%, o maior aumento desde fevereiro. Os economistas pesquisados pela Wall Street Journal e a Dow Jones Newswires previu um aumento de $8 bilhões. A dívida rotativa, que consiste principalmente em cobranças de cartão de crédito, aumentou em $7 bilhões, um aumento anual de 6,3%.
O aumento ocorre depois que os consumidores demoraram mais para se endividar nos últimos meses, inclusive reduzindo o total de dívidas pendentes em março e diminuindo o total de dívidas de cartão de crédito em abril.
As autoridades do Federal Reserve têm observado atentamente as tendências de gastos do consumidor, que ajudaram a impulsionar a economia durante a recuperação da pandemia, mas também dificultaram a redução da inflação persistente.
Os números das vendas no varejo em maio cresceram mais lentamente do que os economistas esperavam. Os economistas consideram que os gastos dos consumidores continuarão a se desacelerar no segundo semestre de 2024, embora apenas ligeiramente.
Tags :
Crescimento do crédito, notícias econômicas
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